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Índice semanal ao consumidor desacelera de 0,52% para 0,11% | ![]() |
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A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) encerrou o mês de junho em 0,11%, informou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado mostra desaceleração de preços em relação a maio, quando o IPC-S ficou em 0,52%, e está abaixo da taxa registrada na terceira quadrissemana de junho, de 0,16%. Com este resultado, o indicador acumula altas de 2,83% no ano e de 5,37% nos últimos 12 meses. Apresentaram decréscimo em suas taxas de variação na comparação com a leitura anterior cinco das oito classes de despesas que compõem o IPC-S. A principal contribuição para a trajetória do índice divulgado veio do grupo Despesas Diversas, que desacelerou de uma alta de 1,48% para uma alta de 0,48%. Automóveis novos e usados fecharam o mês passado como os itens de maior influência de baixa no IPC-S de junho. Pela quarta semana consecutiva, ambos os itens foram os maiores responsáveis pela desaceleração da taxa de inflação, para 0,11% nesta leitura. Os preços dos automóveis novos passaram de uma queda de 4,26% registrada na terceira quadrissemana de junho para um recuo de 3,96% na leitura divulgada nesta ontem, enquanto os dos usados ampliaram a redução de 2,48% para 2,74% no mesmo período. Também contribuíram para a desaceleração do IPC-S em junho de -0,11% ante 0,52% em maio e ante 0,16% na quadrissemana encerrada no último dia 22 - tarifa de eletricidade residencial (de -0,46% na terceira quadrissemana para -0,84% no fechamento do mês passado), computador e periféricos (de -1,95% para -1,97%) e etanol (de -0,69% para -1,26%). |
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