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Inflação desacelera em SP em junho e sobe 0,23% | ![]() |
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Em junho, os produtos in natura tiveram aumento médio de 5,10%, puxando o grupo Alimentação, que chegou a 1,03%. A alta na Alimentação foi compensada, de acordo com a Fipe, pela forte deflação no grupo dos Transportes, puxada pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos e pela baixa no preço do etanol. Entre os seis itens que mais pressionaram positivamente o índice no período, quatro são alimentos. Em primeiro lugar na lista vem a alface, com alta de 19,92% no mês de junho. Sozinha, a alface representa 0,04 ponto do índice. Na sequência vem o tomate, com alta de 15,10%. Ainda figuram na mesma lista a batata (12,45%) e o mamão (17,92%). Apesar da alta do IPC em junho, o economista ressalta que os itens que mais pressionaram por uma deflação são muito importantes e exerceram forte pressão negativa no índice geral. Nos dois primeiros postos da lista constam os automóveis novos e os automóveis usados, com quedas de 3,59% e 2,14%, respectivamente. De acordo com Costa Lima, se a variação para os dois itens tivesse ficado em zero, o IPC geral de junho teria fechado em torno de 0,37%. "Agora completamos quatro semanas com redução cheia do IPI. Esse possivelmente é o pico. A tendência é de que o preço se estabilize por algum tempo se a resposta da demanda for suficiente para reduzir estoques", informa Costa Lima. |
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