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Indústria teme o fim do corte do imposto | ![]() |
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Com IPI mais baixo para automóveis, de maio até o fim de agosto, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), por exemplo, contabilizou aumento nas vendas diárias - de 13 mil, em maio, para 16 mil em junho. Para ano, por causa do crescimento econômico menor, a entidade espera queda de 1,47% em todo o setor. "Se não fosse pela redução do IPI, estaríamos com uma tendência negativa mais forte", diz o presidente da entidade, Flávio Meneghetti. "Eu acredito que o governo vai ter a sensibilidade de analisar os números. O governo vai ser sensível se o mercado justificar (o imposto mais baixo)", afirma. Na avaliação do professor Emerson Marçal, da Fundação Getúlio Vargas, a recuperação da indústria só deve ocorrer no fim do segundo semestre ou início de 2013. "Esse ano não tem muito o que esperar. Nada vai conseguir criar um alívio imediato" diz. |
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