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Vendas no varejo têm menor alta em 3 anos | ![]() |
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A desaceleração do ritmo de atividade bateu no comércio varejista no primeiro semestre deste ano. E a perspectiva é que a velocidade de negócios continue perdendo o fôlego ao longo deste trimestre porque o consumidor está com um pé atrás na hora de ir às compras, apontam três pesquisas divulgadas ontem por entidades diferentes que acompanham o desempenho do comércio. O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio encerrou o primeiro semestre deste ano com crescimento de 7,6%. Foi a menor taxa de variação registrada para esse período nos últimos três anos. De âmbito nacional, o indicador mede o desempenho do varejo, levando em conta as consultas para compras com cheque, crediário e cartão, recebidas pela entidade. No primeiro semestre de 2011, a taxa de crescimento do indicador havia sido de 9,6% e em igual período de 2010, de 10,7%. Comportamento semelhante do comércio foi captado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que registrou no primeiro semestre deste ano crescimento de 3% no número de consultas para vendas à vista e a prazo em relação ao mesmo período de 2011. Essa também foi a menor taxa de crescimento semestral em três anos. No primeiro semestre de 2010, a alta anual havia sido de 8,2% e, no primeiro semestre de 2011, de 6,7%. Para o assessor econômico da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), Fábio Pina, o comércio exibe taxa de crescimento significativa, apesar da crise. De janeiro a abril, último dado disponível, o crescimento do faturamento real foi da ordem de 3,5%. Há indicações de que a atividade se acelerou em maio. Mesmo assim, pelo segundo mês seguido, o Índice de Confiança do Consumidor apurado pela Fecomércio-SP caiu em junho. Pina ressalva que o nível do indicador ainda é alto. |
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